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MAIS UMA INOVAÇÃO, DETERMINAÇÃO
DE ÁCIDO CICLOPIAZÔNICO
O ácido
ciclopiazônico (CPA como é internacionalmente
conhecido) é um ácido tetrâmico
produzido por alguns fungos do gênero Aspergillus
e Penicillium. O CPA possui alta prevalência
em milho, ração e amendoim.
Foi constatada
a co-ocorrência natural de aflatoxina com CPA
em alimentos, uma vez que cerca de 50% das espécies
de Aspergillus produzem ambas as toxinas.
Os sinais clínicos mais freqüentes em
suínos intoxicados por CPA incluem febre, anorexia,
desidratação, diminuição
no ganho de peso, diarréia, ataxia, imobilidade,
rigidez e morte. Em aves, os principais sinais clínicos
são erosões na moela, diminuição
no ganho de peso e morte.
Não
existe tratamento específico para animais intoxicados
por CPA. A primeira providência a ser tomada
é a troca da ração por alimento
livre de toxina, por isso, se fez necessário
um constante controle dos níveis dessa micotoxina
nos alimentos fornecidos aos animais.
O desenvolvimento de um método capaz de quantificar
esse contaminante, surge como uma ferramenta para
auxiliar a tomada de decisão.
Ainda não foram estabelecidos limites máximos
para ingestão desta micotoxina pela legislação
brasileira nem européia. Devido aos já
provados prejuízos que ela pode causar, recomendam-se
uma dieta livre ou com a menor concentração
possível.
O LAMIC - Laboratório de Análises Micotoxicológicas,
acaba de implementar esta nova tecnologia em milho
e ração animal utilizando cromatografia
líquida acoplada a espectrometria de massas
tandem (LC-MS/MS) como técnica analítica,
sendo o primeiro laboratório a disponibilizar
a mesma em rotina.
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